Domingo, 30 de
março de 2014. Faltando menos de 24 horas para que eu complete 23 anos. Informação
irrelevante. Ok. Prosseguimos então: Acordei perto do meio dia nesse chuvoso
domingo, já com o pensamento que deveria escrever essa coluna. Pois bem, é hora
de colocar essa vontade antiga em prática, preciso colocar tudo que penso pra fora.
O tema? Puxa. Realmente não sei. Mas penso em fazer desse espaço uma
descoberta de pensamentos sobre o que acontece por aí.
Definição de
tema feita: Não. Vamos lá mesmo assim, gostaria de me pautar de informações sobre o que está acontecendo no Brasil. Após o almoço no shopping local,
vou até uma banca de revistas próxima a minha casa. Olho por cima e resolvo
comprar 3 delas. O critério é simples, atuais. As de hoje e por hora mais
quentes eram: Veja, Época e Carta Capital. 32 reais de investimento. Sério, pensei
em fazer download delas, mas dificilmente iria ler o conteúdo total online, então o investimento
por hora é necessário.
Saio da banca
e ainda dentro do carro resolvo postar uma foto desse momento. Sim sou
totalmente idiota nas redes sociais, gosto de postar tudo que acontece comigo.
Instagran a postos, vamos lá. Preciso de uma legenda que combine com a minha atitude,
afinal investir 30 reais em algo para jogar fora é uma idiotice e tanto, penso em: “Leitura crítica de domingo”, já imaginando que meus seguidores com toda
certeza do mundo iriam me criticar por ler a Veja. Dito e feito, 3 minutos após
o post, um qualquer diz: Tiraria a Veja da lista. Deus, se a revista é essa
zorra toda que o senso comum adora dizer que é, preciso pelo menos ter contato
com ela pra abominar com eles.
Fato. Algumas
visões são direcionadas. Mas e que veículo ou autor não os faz? Tenho vivido
dias de reflexão e de menos críticas, compartilho da visão que qualquer excesso
faz mal, e em relação a revista faz mal também.
A tarde se foi
na leitura das três. Começo com a Carta Capital. Textos mais profundos e sempre
bem organizados. Uma boa revista, pena que não causa o frisson que a Veja causa
sendo ela mesmo, com tão bom conteúdo e autores.
Abro a Veja na
sequencia, já identificando na capa alguns dos assuntos tratados pela carta,
mas com a visão Veja de ser. A Petrobras, a disputa eleitoral em 2014 e a situação
econômica. Tudo girando na política do Brasil. Realmente, a Veja não quer a
reeleição de Dilma de maneira nenhuma e no seu editorial conta isso como fez com Lula em 2002. Concordo que o governo populista do PT
tem seus fracassos, mas penso que se fosse um governo Tucano, talvez esses
mesmos problemas estariam acontecendo. Não sei se a situação seria diferente. O
poder é viciante e vicioso. É inegável que se precisa fazer alguns sacrifícios
para um bem maior. Mas que bem é esse? Não estou a fim de apurar, tento me
manter integro longe da política, essa distância se dá normalmente até alguém perguntar
minha opinião. Nesse caso sempre mostro minha linha de pensamento nunca
exagerada, busco fazer uma análise com quem pergunta dos dois lados, gosto de
aprender mais que explicar.
Pra fechar
analiso a revista Época desse domingo que cita os mesmos temas. Pois bem, mesmo
a Veja sendo muito firme em sua visão, as demais revistas também criticaram os
escândalos, porquê só Veja tem tanta rejeição? Máscaras da comunicação
amigos. Ela é Veja, porquê simplesmente gosta de ser Veja.
Resumindo minha opinião nesses temas que foram foco
das três revistas: Dilma não consegue controlar um país sozinha. Ela precisa de
assessoria, essa assessoria foi falha em todos esses casos, mas a falha é
dela também, por não mudar a situação lá atrás quando assumiu. Preferiu deixar
o barco seguindo no sentido que Lula deixou e deve em breve sofrer com isso, apesar de não tem adversários. O povo humilde e maioria, está feliz com o
bolsa família e outros programas populistas. Tucanos terão que protagonizar um
milagre para tirar o próximo mandato de Dilma. Em outubro irei escrever uma
postagem sobre esse futuro politico tomando como base essa opinião.
Sucesso,
trabalho e sorte amigos. Vamos lá que mais uma semana está começando. Semana do
meu aniversário. Aceito presentes. Abraços.
Diego Caetano.

Nenhum comentário:
Postar um comentário